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12 out
Datado no ano de 1997 no Rio de Janeiro, o filme fala basicamente sobre o dia-a-dia do grupo de policiais e de um capitão do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) interpretado por Wagner Moura, que quer deixar a corporação e tenta encontrar um substituto para seu posto após questões familiares (não vou contar, né?).

Em paralelo, há a estória de dois amigos de infância que se tornam policiais e chegam ao centro de treinamento do BOPE. Ambos enfrentam dificuldades logo na entrada na PM e, nos primeiros dias, já descobrem que a polícia militar não é bem aquilo que imaginavam.
O filme tem a direção de José Padilha, produção de José Padilha e Marcos Prado. Foi gravado no estúdio Zazen Produções. O roteiro foi escrito por Rodrigo Pimentel (ex-comandante do BOPE), Bráulio Mantovani e José Padilha.
Entre os nomes do elenco, estão:
Wagner Moura (Capitão Nascimento)
Caio Junqueira (Neto)
André Ramiro (André Matias)
Milhem Cortaz (Capitão Fábio)
Fernanda de Freitas (Roberta)
Fernanda Machado (Maria)
Maria Ribeiro (Rosane)
Emerson Gomes (Xaveco)
Fábio Lago (Baiano)
Paulo Vilela (Edu)
André Mauro (Rodrigues)
Marcelo Valle (Capitão Oliveira)
Erick Oliveira (Marcinho)
Ricardo Sodré (Cabo Bocão)
André Santinho (Tenente Renan)
Luiz Gonzaga de Almeida
Bruno Delia (Capitão Azevedo)
Alexandre Mofatti (Sub-Comandante Carvalho)
Daniel Lentini
Apesar de não ser de ação em sua essência, assim é classificado. O filme tenta ser realista e trazer a visão de policiais (os do BOPE), algo inédito nacionalmente. Aspectos psicológicos também são levados em conta. Personagens (Capitão Nascimento, por exemplo) sob forte pressão psicológica em frente a necessidade de se dedicar mais à família e ao mais novo membro familiar: sua filha.
O conceito de honestidade sob a ótica do BOPE (sem garantias de ser real) também é apresentado. No filme, roubar é errado, mas matar não tem problema desde que o óbto seja um traficante ou policial corrupto. Não existe traficante recuperável e não vale a pena perder tempo prendendo ninguém. Todos devem ser mortos. Em combate, pelas costas, depois de dominados, não interessa. Aliás, o filme traz apenas duas categorias de policiais: os corruptos e os do BOPE.
As cenas de ação alcançaram boa construção. Os tiroteios focaram legais. Os efeitos especiais são de Phil Nelson, o mesmo de “Falcão Negro em Perigo”.
Algumas curiosidades
O Tropa de Elite era originalmente um projeto de documentário, derivado de Ônibus 174 (2002), tendo o BOPE como tema principal.
Para preparar o filme, José Padilha trabalhou dois anos em investigações com a colaboração do BOPE, psiquiatras da PM e ex-traficantes. A composição dos personagens da trama foi baseada em entrevistas e histórias de 15 policiais conhecidos por José Padilha após Ônibus 174 (2002), outro filme dirigido por ele.
Em novembro de 2006 traficantes do morro Chapéu Mangueira, onde as filmagens eram feitas, seqüestraram parte da equipe que trabalhava no filme e roubaram as armas cenográficas. 59 delas eram réplicas e 31 verdadeiras, adaptadas para tiros de festim. As filmagens foram paralizadas por cerca de duas semanas.
Uma cópia pirata, que não era a edição definitiva do filme, foi vendida em camelôs 2 meses antes do lançamento.
Tropa de Elite foi escolhido como o filme de abertura do Festival do Rio 2007.
Algumas imagens






Trailer
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Trailer do filme Tropa de Elite
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Uma Resposta for "Tropa de Elite: o filme do momento"
Gostaria de saber mais sobre o ator Alexandre Mofati Lanhas (o subcomandante da Tropa - Carvalhão). Só leio notícias ruins e ninguem sustenta o legítimo e constitucional direito ao contraditório e ampla defesa que a ele é conferido. Um grande abraço.
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